História e Cultura: programa imperdível em Sete Lagoas

Em um único passeio é possível conhecer boa parte da história de Sete Lagoas recheado de cultura, religiosidade, arte e diversão.

Chegando pela Rodoviária, logo a frente a gente avista a Catedral de Santo Antônio. Ao seu lado direito está o Museu Histórico Municipal, ao lado esquerdo o Centro Cultural Nhô Quim Drumond e ao centro, atrás da Catedral, a Praça Tiradentes.

CATEDRAL DE SANTO ANTÔNIO

A Catedral é originária de uma capela, cuja construção remonta ao século XVIII. Quando a freguesia de Sete Lagoas foi elevada a paróquia em 1841, a capela sofreu sua primeira reforma. Em 1955 a então Igreja Matriz passou a ser designada Catedral, com a criação da Diocese de Sete Lagoas, mantendo o estilo rococó da última fase do período colonial mineiro.

Foi construída de frente ao antigo bairro Gamela e que hoje tem o nome de Bairro da Várzea, foi o primeiro bairro a ser fundado e por acreditar que a cidade iria crescer para aquele lado, a porta principal fica de costas para a área central da cidade.

Na semana de comemoração do Padroeiro, no mês de junho, a Catedral festeja com a da tradicional Barraquinha de Santo Antônio. Local onde encontramos o tradicional pastel frito, os caldos de feijão e mandioca, canjica, churrasco, pipoca entre outras deliciosas comidas típicas de barraquinhas. 

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MUSEU HISTÓRICO MUNICIPAL DE SETE LAGOAS

 O Museu Histórico Municipal está situado onde funcionava a antiga sede da Fazenda Sete Lagoas, uma construção do século XIX. Tombada pelo IPHAN em 1968.

Através do museu, resgata-se a história de Sete Lagoas, com enfoque nos seus principais personagens: o minerador, o escravo e o tropeiro. Assim, o museu constitui-se uma importante fonte de pesquisa histórica para o município, pois abriga em seu acervo arquivos, dados, artefatos e fotos das principais personalidades e acontecimentos da cidade.

No museu você poderá encontrar diversos utensílios de trabalho de tempos atrás, como uma cadeira e  dentista, além de equipamentos utilizados pelos garimpeiros, uma vez que a região já foi destacada pela riquezas minerais, entre outras curiosidades, como exemplares de telhas que foram construídas tendo como molde as coxas de escravos.

Você também pode fazer um tour virtual pelo Museu através deste link: Clique aqui.

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CENTRO CULTURAL NHÔ QUIM DRUMOND

Anteriormente chamado Solar Do Chassim-Drummond foi construído em 1795 pelo Padre Antônio Salustiano Moreira. Os Chassim-Drummond adquiriram o prédio em torno de 1890 e, na parte de baixo, comportou diversas atividades públicas até ele todo torna-se escola nos anos 1960, sendo abandonado no final dos anos 1970.

Está localizado na Praça Tiradentes, antiga Praça do Comércio, e o grande número de janelas demonstra sua condição aristocrática, de imponência sobre o espaço. O imaginário popular fala que ali dormiu Tiradentes, para justificar historicamente a sua presença na cidade, já que ele morou no quartel do Registro Colonial na Várzea, porém em época distinta. 

Tombado pelo Decreto número 1.333 de junho de 1986 e recuperado em 1988, num dos poucos movimentos populares de sucesso na cidade, o “Casarão Te Quero”, que contou com artistas, intelectuais, estudantes e cidadãos comuns. O Casarão foi renomeado Centro Cultural Nhô-Quim Drummond em 1991 pelas comemorações do centenário do historiador, com atribuição de ser o centro de artesanato e folclore da cidade.

Nos fundos do Casarão está o anfiteatro que recebeu o nome Mauro Faccio Gonçalves (o eterno Trapalhão Zacarias ). O anfiteatro resgata a memória arquitetônica de um dos principais prédios da cidade, a Sorveteria Nevada, ponto de encontro dos torcedores do Bela Vista Futebol Clube.

Fonte: Casaraosl

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PRAÇA TIRADENTES

Segundo a história, Tiradentes esteve na região de Sete Lagoas entre os anos de 1780 e 1781.

Ao longo de um ano, Tiradentes permaneceu no local como Comandante do Quartel do Sertão com o “objetivo de defesa e segurança, garantindo a incolumidade das fronteiras da Capitania e o tráfego desembaraçado das tropas, na movimentação de mercadorias pelas estradas do Sertão, além de coibir o contrabando em geral”. Outra incumbência dada ao Alferes foi abrir uma picada, ou caminho, que ligava Sete Lagoas até a Vila de Paracatu Príncipe, hoje a cidade de Paracatu.

Agora é programar o passeio e viver essa incrível viagem em Sete Lagoas pela nossa história, Circuitando por aí!

Por Narly Simões